Vale de Mai
Não é bem um trilho, é uma floresta pré-histórica Património Mundial, lar do coco-do-mar.

O trilho
O Vale de Mai, no coração de Praslin, é uma floresta de palmeiras que quase não mudou em milhões de anos, classificada como Património Mundial pela UNESCO. Passeia-se por trilhos fáceis e sombreados entre gigantes, com o famoso coco-do-mar, a maior semente do mundo, e o raro papagaio-preto das Seicheles a chamar entre as copas.
É plano, bem cuidado e faz-se ao ritmo de cada um, uma a duas horas. Vale a pena um guia para entender o que se está a ver. Uma visita obrigatória em Praslin, tão importante como qualquer praia.
Como chegar ao início
O Vale de Mai fica no centro de Praslin, a cerca de quinze minutos de carro da Côte d'Or e do cais de Baie Sainte Anne. Chega-se a Praslin de voo interno ou de ferry a partir de Mahé, e ao parque de carro, táxi ou autocarro da ilha. Paga-se um bilhete de entrada no parque, com trilhos abertos durante o dia.
O terreno e o percurso
Não é bem um trilho, mas um passeio por caminhos fáceis, planos e sombreados no meio da floresta, com alguns degraus e passadiços. Faz-se ao ritmo de cada um, de uma a duas horas, e está ao alcance de praticamente qualquer pessoa, incluindo famílias com crianças e visitantes mais velhos.
O que se vê
Uma floresta de palmeiras que quase não mudou em milhões de anos, Património Mundial da UNESCO, e o único sítio onde o coco-de-mer, a maior semente do reino vegetal, cresce em estado selvagem. Com sorte e silêncio, ouve-se e vê-se o raro papagaio-preto das Seicheles, além de gecos, caracóis e palmeiras endémicas.
Dificuldade e para quem é
Muito fácil, o mais acessível de todos os percursos das ilhas. Os caminhos são planos e bem cuidados, adequados a quase todas as condições físicas. Um guia local não é obrigatório, mas dá contexto ao que, sozinho, seria apenas uma floresta bonita.
Melhor altura para ir
Aberto e agradável todo o ano, por ser fresco e sombreado. De manhã cedo há menos gente e mais probabilidade de ver e ouvir as aves. Leve repelente, porque a floresta húmida tem mosquitos, sobretudo depois da chuva.
Segurança
É um passeio seguro e vigiado, sem riscos de maior. Use calçado fechado, porque o chão da floresta abriga várias espécies, leve água e repelente, e siga os caminhos marcados para proteger o ecossistema. Respeite a proibição de tocar ou apanhar sementes e plantas.
Combinar com o resto do dia
Combina-se perfeitamente com uma tarde de praia em Anse Lazio ou Anse Georgette, ali perto, para juntar a floresta Património Mundial às praias mais bonitas da ilha num só dia. É uma visita obrigatória em Praslin, tão importante como qualquer praia.
O que levar
Leve calçado fechado com boa aderência, água em quantidade, chapéu e protetor solar, um impermeável leve na estação húmida e um lanche para os trilhos mais longos. Muitos percursos não têm sombra nem água pelo caminho, por isso conte sempre com o dobro da água que julga precisar, e uma câmara ou telemóvel para as vistas do topo.
Guia, carro e como planear
A maioria destes trilhos faz-se por conta própria, mas para os percursos guiados, como Fond Ferdinand, ou se preferir a segurança e o conhecimento de um guia local, tratamos disso por si. A Seicheles.com é um guia e portal de marketing, não uma agência de viagens: não vendemos nem cobramos, encaminhamos o pedido de guia ou de passeio para a SeyBooking.com, o operador licenciado, e ajudamos com o aluguer de carro para chegar ao início do trilho e com o resto do roteiro, sem qualquer custo adicional.
Caminhar com respeito
Muitos destes percursos atravessam parques nacionais e reservas com espécies que só existem nas Seicheles. Mantenha-se nos trilhos marcados, não apanhe plantas nem sementes, leve o seu lixo de volta e não perturbe a fauna. Nos parques com bilhete, a taxa de entrada ajuda a conservar a floresta. Caminhar com este cuidado é o que garante que estes trilhos continuem tão bonitos para quem vier a seguir.
Entrada paga, com bilhete no parque. Vá de manhã e leve repelente.
Ficha
| Ilha | Praslin |
| Dificuldade | Muito fácil |
| Duração | 1h a 2h |
À volta do trilho
Combine a caminhada com o resto. Veja as praias, os passeios e onde ficar em Praslin.
Perguntas frequentes
Quanto tempo demora o Vale de Mai?
Cerca de 1h a 2h. Some tempo para fotografias e descanso no topo.
Como chego ao início do Vale de Mai?
O Vale de Mai fica no centro de Praslin, a cerca de quinze minutos de carro da Côte d'Or e do cais de Baie Sainte Anne. Chega-se a Praslin de voo interno ou de ferry a partir de Mahé, e ao parque de carro, táxi ou autocarro da ilha. Paga-se um bilhete de entrada no parque, com trilhos abertos durante o dia.
Como é o percurso do Vale de Mai?
Não é bem um trilho, mas um passeio por caminhos fáceis, planos e sombreados no meio da floresta, com alguns degraus e passadiços. Faz-se ao ritmo de cada um, de uma a duas horas, e está ao alcance de praticamente qualquer pessoa, incluindo famílias com crianças e visitantes mais velhos.
O que se vê no Vale de Mai?
Uma floresta de palmeiras que quase não mudou em milhões de anos, Património Mundial da UNESCO, e o único sítio onde o coco-de-mer, a maior semente do reino vegetal, cresce em estado selvagem. Com sorte e silêncio, ouve-se e vê-se o raro papagaio-preto das Seicheles, além de gecos, caracóis e palmeiras endémicas.
Qual é a dificuldade?
Muito fácil, o mais acessível de todos os percursos das ilhas. Os caminhos são planos e bem cuidados, adequados a quase todas as condições físicas. Um guia local não é obrigatório, mas dá contexto ao que, sozinho, seria apenas uma floresta bonita.
É preciso guia?
Alguns trilhos fazem-se sozinho, outros, como Fond Ferdinand, são guiados. Podemos tratar de um guia ou de um passeio através da SeyBooking.com.
Qual é a melhor altura para o fazer?
Aberto e agradável todo o ano, por ser fresco e sombreado. De manhã cedo há menos gente e mais probabilidade de ver e ouvir as aves. Leve repelente, porque a floresta húmida tem mosquitos, sobretudo depois da chuva.
O que devo levar?
Entrada paga, com bilhete no parque. Vá de manhã e leve repelente.
É seguro?
É um passeio seguro e vigiado, sem riscos de maior. Use calçado fechado, porque o chão da floresta abriga várias espécies, leve água e repelente, e siga os caminhos marcados para proteger o ecossistema. Respeite a proibição de tocar ou apanhar sementes e plantas.